Pular para o conteúdo
Voltar

Entidades acompanham caso de violência de militar da reserva remunerada contra travesti

Desentendimento ocorrido em um motel na região do Zero Quilômetro, em Várzea Grande, resultou em lesão corporal contra a travesti
Débora Siqueira | Sesp-MT

A | A

O Grupo Estadual de Combate aos Crimes de Homofobia (GECCH), ONG Livremente, Coletivo Mães da Diversidade e a Ouvidoria de Polícia estão acompanhando a ocorrência policial envolvendo uma travesti e um tenente-coronel da Polícia Militar da Reserva Remunerada em Várzea Grande e repudiam qualquer forma de violência.

O desentendimento ocorrido em um motel na região do Zero Quilômetro, em Várzea Grande, resultou em lesão corporal contra a travesti e, diante disso, as instituições cobram do Poder Público apuração rigorosa das responsabilidades cabíveis ao militar.

Os procedimentos estão sendo acompanhados pelas forças de segurança pública visando a garantir a proteção dos direitos fundamentais da vítima.

A travesti foi encaminhada para atendimento psicossocial junto ao Centro de Referência de Direitos Humanos, órgão responsável por acolher vítimas de violência no Estado de Mato Grosso.